Essa manhã você me deu um beijo de bom dia e uma vontade de chorar me imundou, embora eu tenha pensado não demonstrar, você me olhou nos olhos e soube que em mim morava a fragilidade, retribuiu meu amor com mais dois beijos, um em cada olho agora já molhados e me abraçou tão forte e tão sereno que eu quase esqueci que você tinha só três anos e que a mãe no caso sou eu.
Lá se vai o ano da força, meu pequeno.
Lá se vai o ano da cumplicidade, meu parceiro.
Lá se vai o ano do medo, meu herói.
Lá se vai. Lá se vai o ano que descobrimos juntos o poder do nosso amor.
O ano em que tive a certeza de que tudo o que sou hoje, tem você no meio. E que tudo que você é hoje, tem o que eu acho que devemos ser no futuro.
Você é a vida que pulsa em mim e tempo algum vai conseguir abrandar a brasa que ainda me queima o ventre com a certeza da sua chegada nesse mundo.
Te amo.
E como você costuma dizer pra mim nas suas declarações:
Te amo além e ao infinito.
Mamãe.
E como você costuma dizer pra mim nas suas declarações:
Te amo além e ao infinito.
Mamãe.
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